|
Segunda-feira, Março 22, 2004
Vou começar por uma coisa que me incomoda muitíssimo:
O momento do desmame.
Vou contar dois casos.No primeiro, uma mãe que chega contado que a pediatra "ordenou o desmame" do bebe de onze meses, dizendo que a partir desse momento o bebe não tem mais necessidade do peito ( a chupeta faz esse papel), e o organismo não se beneficia mais das propriedades do leite materno e a necessidade de amamentação era dela, não dele.Que ela se sentia carente e esse vínculo "supre".E que a amamentação nessa idade "atrasaria" a independência do bebe.Mas o menino toma leite de vaca.
O outro caso foi da Marcinha, que mora na Inglaterra, contando das mães que continuam amamentando mesmo grávidas e "emendam" uma amamentação na outra, dando de mamar a dois bebes.
Primeira pergunta:O leite materno não serve mais ,mas o leite de vaca, sim?
Segunda pergunta:É melhor chupeta que o peito?
Terceira pergunta:Se a mãe está carente não pode amamentar?Por que, carência passa no leite materno?
Quarta pergunta:Os europeus não são consideravelmente mais independentes que os brasileiros?No geral, não saem primeiro de casa, não cortam vínculos de família mais cedo?E a amamentação teve que papel, aí?
Vocês respondem e mais tarde eu digo o que penso.
Se você quer desmamar seu filho porque :
Não gosta
Não tá a fim
Dá muito trabalho
Cansa, é chato.
Então vá em frente, nossa conversa não é com você.Mas se você quer desmamar sua cria porque lhe disseram um monte de barbaridades, leia aqui porque continuar a dar de mamar e aqui o artigo completo:
Benefícios da amamentação prolongada
Amamentar crianças maiores têm benefício nutricional
Pesquisas mostram que o leite materno durante o segundo ano de vida da criança é muito parecido com o leite no primeiro ano.
Leite materno permanece sendo uma fonte importante de proteína, gordura, cálcio e vitaminas mesmo após os dois anos de vida.
Crianças maiores que ainda amamentam adoecem menos
Os fatores de imunidade do leite materno aumentam em concentração, à medida que o bebê cresce e mama menos. Portanto, crianças maiores continuam recebendo os benefícios da imunidade
Claro que, em países desenvolvidos o desmame não é uma questão de vida ou morte, mas a amentação por mais tempo pode significar menos idas ao pediatra. Crianças entre 16 e 30 meses, que ainda são amamentadas, adoecem menos e por menos tempo que as que não são
Crianças amamentadas têm menos alergias
Está bem documentado que quanto mais tarde se introduz leite de vaca e outros alimentos alergênicos, menos provavelmente essas crianças vão apresentar reações alérgicas.
Crianças amamentadas são mais espertas
Crianças que foram amamentadas têm melhor performance na escola e maiores notas . Os autores desse estudo, que acompanhou crianças até os 18 anos descobriram que quanto mais tempo as crianças são amamentadas, maiores as notas que recebem nas avaliações.
Crianças amamentadas são mais ajustadas socialmente
Um estudo com bebês amamentados por mais de um ano mostrou uma ligação significante entre a duração do período de amamentação o ajustamento social em crianças de 6 a 8 anos de idade. ) Nas palavras dos pesquisadores: "Existem tendências estatisticamente significantes para que a desordem na conduta diminua com o aumento da duração da amamentação". Mamar durante a infância ajuda bebês e crianças a fazer uma transição gradual. Amamentação é um amoroso jeito de atender as necessidades das crianças e bebês. Ajuda a superar as frustrações, quedas e machucões e o stress diario da infância.
Mães que amamentam por mais tempo também são beneficiadas
· A amamentação prolongada pode diminuir a fertilidade e suprimir a ovulação em algumas mulheres .
· A amamentação reduz o risco de câncer de ovário.
· A amamentação reduz o risco de câncer de útero.
· A amamentação reduz o risco de câncer de endométrio.
· A amamentação protege contra osteoporose. Durante a amamentação a mulher experimenta uma diminuição na densidade óssea. A densidade óssea de uma mãe que está amamentando pode ser reduzida, em geral em 1 a 2%. No entanto, a mãe tem essa densidade de volta e pode até ter um aumento, quando o bebê é desmamado. Isso Não depende de um suplemento adicional na alimentação da mãe.
· A amamentação reduz o risco de câncer de mama..
· A amamentação tem demonstrado diminuir a necessidade de insulina da mãe diabética.
E passe na cara de todo mundo.
Momento Xiita Descontrol
SERÁ O LEITE UM ALIMENTO SAUDÁVEL?
PRECISAMOS MESMO DE LEITE?
Leite de vaca é uma gostosura, e também se não fosse não fazia o sucesso que faz. Docinho, né? Mui doce, três vezes mais que o leite humano. O açúcar dele se chama lactose. Para digerir essa lactose o pâncreas tem que fabricar uma enzima chamada lactase, ase, com a. Mas vejam só, na maior parte do planeta você só produz essa enzima até, no máximo, os 7 anos de idade.
Mas vamos supor que você goste de um leitinho, então todo dia vai lá e pá, café com leite, copinho de leite no bar, leitinho quente antes de deitar. E o intestino péssimo, cheio de gases; o fígado esquisito; alergia na pele; peito encatarrado; uma sensação de cansaço, vista fraca, preocupações intensas.
Não é natural para seres humanos beber leite de vaca. O leite humano é para seres humanos. O leite de vaca é para bezerros. Você precisa tanto de leite de vaca quanto precisa de leite de rata, leite de égua ou leite de elefante. O leite de vaca é um fluido com alto teor de gordura projetado para transformar um bezerrinho recém-nascido de 35 quilos numa vaca de 200. É para isso que serve o leite de vaca!
O leite de vaca realmente é um alimento perfeito, mas somente para o bezerro, que contém um sistema digestivo duplo e rumina os alimentos. Em 47 dias o animal duplica o seu peso, e num ano atinge mais de 500 quilos.
O alimento natural para qualquer bebê normal é o leite da sua própria mãe.
O único mamífero que consome leite de outras espécies após desmamar é o humano.
A composição do leite de vaca é acima de 90% de água, com 3% de gorduras, e 2% de proteína, e outros minerais sendo o sódio o fósforo e gordura numa quantidade maior do que o encontrado no leite humano.
O alto teor proteico do leite exige um consumo maior de cálcio para equilibrar a acidez resultante da digestão das proteínas. A proteína encontrada no leite de vaca é a caseína, que é de difícil coagulação nos estômagos dos bebês. Por outro lado, a proteína encontrada no leite materno é a lacto bulmina, de fácil digestão no frágil estômago do bebê. A enzima necessária para a digestão do leite de vaca é a lactase. A falta desta enzima provoca cãibras, inchaços e diarréias quando algum produto lácteo é consumido. Há um sem número de pessoas que não podem consumir lactose (leite de vaca) pois o seu organismo produz pouco desta enzima (lactase).
Quanto ao cálcio em particular, apenas absorvemos uma pequena parte do que se encontra no leite de vaca.
Na verdade o leite fornece cerca de 300mg de cálcio por copo. Mas absorvemos apenas cerca de 32%, ou seja, 96mg de cálcio.
Cada copo de leite fornece ainda cerca de 9g de proteína, mas que causam a perda de 9 mg de cálcio pela urina.
Isso deixa-nos cerca de 87 mg de cálcio depois da absorção e da perda pela urina. Então porque é que as pessoas que consomem mais leite não têm os ossos mais fortes? É porque a maioria dessas pessoas consome muita carne, utiliza alimentos industrializados na sua dieta e tem uma elevada necessidade de cálcio. A carne tem muito pouco cálcio e ainda provoca perda dele pela urina.
Cálcio? Onde é que as vacas arranjam cálcio para seus ossos enormes? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas têm boa quantidade de magnésio, necessário para que o corpo absorva e USE o cálcio. O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil, porque o leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (as nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?)
O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Não importa; nenhum dos dois é muito útil, porque para ser absorvido e utilizado PRECISA haver quantidade igual de MAGNÉSIO (como existe nas folhas verdes que as vacas comem para conseguir todo o cálcio de que precisam para seus ossos enormes). O leite só tem magnésio suficiente
para que se absorvam cerca de 11% do cálcio (33mg por xícara).
Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
Cálcio, Ca - 291,336 mg
Magnésio, Mg - 32,794 mg
A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então
apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio é utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1... só 98,38mg do cálcio é aproveitável
Os lacticínios são pobres em ferro, o que só por si inibe a absorção de cálcio. E o consumo de carne provoca perda de cálcio pela urina.
Existem no leite 59 hormônios, vários alergenos, gordura e colesterol, além de quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. (O leite da vaca pode conter resíduos de tudo o que a vaca come). Um desses hormônios é um poderoso hormônio de CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico entre vacas e seres humanos. Considere que este hormônio serve de ¿combustível¿ para qualquer câncer... (o mundo médico diz que IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon, e suspeitamos que, provavelmente, deve promover TODOS os cânceres).
Colado, Copiado, Remasterizado de Sônia Hirsh, vegetarianismo.com.br, nomilk.com
posted by Mani 9:54 AM
|
 |